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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Heitor,Léo,Ivan,Renato... Paulinho ?


Há mais de um mês não escrevo por aqui. Mas alguns acontecimentos muito bons me motivaram . Vamos a eles.

Descobri que a nossa TV Escola tem bons documentários. Faltava descobrir os horários fixos deles, se é que tinham. Descobri. Gosto de Documentários. Passam depois das 22h e lá pela madruga. O da madrugada gravei : "Villa-Lobos e o Quarteto de Cordas". A figura do Maestro me impressiona por três fatos principais: o comportamento excêntrico na Semana de 22 (se é que houve mesmo a história de tocar piano descalço, ou foi de chinelos ? não lembro...), o extremo nacionalismo que descobri ao ver o filme biográfico com estupenda interpretação de Antônio Fagundes como protagonista
,e ,por fim, o fato simples de ele ter sido o guru de nada mais, nada menos que Antônio Carlos Jobim. A tônica da série de documentários é demonstrar como o instrumento base do compositor, o instrumento  a que ele se dedica, é inconscientemente (ou propositalmente) encarnado em suas composições. Hum... Dá pra expandir a ideia? Vamos lá ...


Como bom quarentão, vivi a efusão do rock anos 80. Meu ícone quando adolescente? Léo Jaime. Impressionantemente suas músicas parecem que foram feitas para o (meu?,rs) saxofone. Intrigou. Casava demais. Nestes tempos de redes sociais, onde a minha  preferida é o Twitter, a gente troca boas ideias, quando as tem. Então perguntei ao próprio Léo, se o sax era o seu instrumento melódico. Na mosca. Respondeu que sim, que era o som principal que o acompanhava nas composições. Ah, lembrei que o som de Léo é inspirado nos anos 50. Expandindo, expandindo...



Sábado passado desfrutamos de uma noite com o Músico lavrense Ivan Segall. O M maiúsculo da frase anterior é proposital. É um dos que reverencio e, sua pessoa, seus pensamentos, sua postura, sua generosidade passam para voz e violão. É um tipo de influência diferente, transcendental, mas que acontece. Basta assistir a uma apresentação dele. Meus filhos , minhas filhas: papai Paulinho, anotem, no dia 25/05/13 tocou com Ivan Segall as músicas "Quando te vi ", (Beatles, versão de Beto Guedes) e "Sampa" (Caetano Veloso). Não tem mais jeito, Ivan, tá registrado. Muito obrigado.


O texto tá ficando grandinho, tá na hora dos finalmente.

Assistimos ontem ao filme "Somos tão Jovens", sobre o Renato Russo da Legião. Ao passo que Léo Jaime é o som do meu sax, Renato não gosta nada dele, não compôs para ele. Assistindo ao filme descobri. A formação musical de Renato Russo é clássica. Cresceu ouvindo Bach. E por uma sacada fenomenal do Diretor Musical do filme, vez em sempre, fazia a trilha colocando hora violino , hora piano, interpretando fielmente o espírito da composição inconsciente (talvez) do Renato.









Não há como analisar seu próprio som. Deixo que outros o façam. Disseram certa vez que pareciam ouvir uma mulher cantando quando trabalhava meu instrumento: foi o maior elogio que recebi a esse respeito. Desejo que possa ser um instrumento para apontar para Jesus Cristo. Desejo que Ele seja minha inspiração.

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