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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Nm 6,24-26




24‘O Senhor te abençoe e te guarde! 

25O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face, e se compadeça de ti!

26O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz!’ (Nm 6,24-26)









Prece da Serenidade, da Coragem e da Sabedoria
 ( A Oração de 2014 )

Concedei-me Senhor :


a SERENIDADE necessária para
aceitar as coisas que não posso modificar ;
                                                             
                                                                a CORAGEM para
                                                                modificar aquelas que posso ;

                                                                a SABEDORIA para
                                                                distinguir o que posso e o que não posso modificar.



Desejo sincero a todos que prestigiaram o Blog em 2013 !!!


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Vontades

Estava ali ...
À espera do nada .

Esperança se fora
O futuro se fôda
Vontade do fora
De dar ao epílogo
O doce nascer da vida.

E ele ali estava...
Chorando o que não era
Errando e vendo o que errara
Vendendo barato
O que lhe foi, caro ?

Ainda assim estava...
Vendo montes
do que tivera sentido
Vendo mortes
que não fizera ainda
Vendo e desvendando
A vida não vivida
A sorte que chegava
E não parava... se ia ...

Estava ali ele ...
Era.




domingo, 15 de setembro de 2013

Verdade Tropical : histórias Musicais

Todo músico é contador de histórias. E elas dificilmente não são boas de se ouvir. A mesma é contada repetidamente e sempre tem um gosto divertido (e quiçá reflexivo). Então, Ruy Castro me ensinou a gostar de histórias sobre músicos/música. Chega de Saudade- a história e a histórias da Bossa Nova , foi marcante . Aí vieram Nelson Motta, Luís Carlos Tinhorão, americanos que escreveram sobre Jazz (não lembro nome, e nem faço muita questão, rs) e aí vai. No cinema, assistimos ao Documentário sobre Vinícius (não me lembro o nome também : Alzheimer ou economia de HD?) e o Somos tão Jovens, sobre o Renato Russo. É gostoso. Só que aí, Caetano Veloso cria um blog. Gostoso de ler. Ler Caetano ? Verdade Tropical.



Lembro quando lançou o livro, e na ocasião até lançou uma boa música a respeito. Num CD que tenho aqui, ele "recita" um trecho que fala da descoberta de Gil. A gente aqui em casa até decorou o trechinho sonoro : "Aquilo de ela dizer " o preto", tinha , teve, tem um sabor esquisito...". O livro é do final dos 90 e eu só o adquiri agora ( tudo tem $eu tempo, debaixo do céu).

Caetano conta histórias. A história da história. O avesso do avesso, como diz o cantor. Dá pra se entender um pouco o irrequieto artista. Entende-se o contexto artístico ( mais que musical) dos incríveis anos 60. Não vivi, não nascido e curiosamente curioso sobre este tempo. Mágico tempo, tempo de lutas, descobertas, atitudes. Talvez esta última palavra inspire a gostar de Caetano e também a lê-lo.

Músicas tem outro gosto, ouve-se cantores/compositores com outros ouvidos. Maria Bethânia, se expõe. Se conhece a general Costa, ops, desculpe, a Gal Costa. É onde retardei a leitura, dando gargalhadas com a história do nome artístico da Maria da Graça, nome que Caetano rechaçou a princípio. História de músicos, história da música.

Bom ler Caetano, bom escutar músicos. Bom ouvir boa música: valeu Pau-Brasil !!!
Sou agraciado de não precisar ir longe para escutar boas histórias. O amigo/irmão Valdir (Zôra) sempre tá por perto (senão, eu o procuro) para contar, do jeito que só ele sabe, verdades musicais de músicos extraordinários, ... ou nem tanto. O que vale é o bom papo , a amizade e a música.

Ps.: Vocês conhecem o Trio Bom Papo ? Aguardem ...

domingo, 11 de agosto de 2013

Eles : Os Amigos !!!

Amigos... ah, os amigos. Os de ontem , os de hoje e aqueles do sempre.
Recebi visita de dois deles. As antigas amizades tendem a ser duradouras e mais confiáveis. Incorreto não dar força à frondosa árvore das amizades antigas.

Amigo é Casa, como diz uma canção que escutei de Simone & Dunkan . Casa é o lugar do espontâneo, do ficar a vontade, de falar e fazer besteira sem ser analisado, medido e outras bobagens. Estas pouco tem a ver com a verdadeira amizade.

Com estes falei de futebol. Coisa mais boa é falar com amigos sobre o esporte. Conversa jogada fora que fortifica o espírito. Conversa jogada fora que, muitas vezes , abre o coração. O meu Flamengo, o seu Atlético, aquele São Paulo. Lembramos disto, rimos daquilo. Amizade...

Amigo é aquele que mesmo separado está junto. São como irmãos. Mesmo separados continuam frater. Irmãos Separados que fazem coisas juntas : sonho de Deus? Acredite ... Acredito.

No final da visita oramos com o mesmo Livro. Falamos do mesmo Pai. Confessamos as mesmas angústias. Cantamos uma canção que sei que nos é comum. Fechamos com A oração do Pai NOSSO.

Fizemos declarações de Amor ( qué isso rapá, macho também ama !!!). Tava doentinho e fui curado. Pela força da Oração Ecumênica e da Amizade. O amor fala todas as línguas. O vento sopra onde quer. 

Entendi a mensagem, meu Deus ? Beleza, então continuo. Valeu !!!

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Heitor,Léo,Ivan,Renato... Paulinho ?


Há mais de um mês não escrevo por aqui. Mas alguns acontecimentos muito bons me motivaram . Vamos a eles.

Descobri que a nossa TV Escola tem bons documentários. Faltava descobrir os horários fixos deles, se é que tinham. Descobri. Gosto de Documentários. Passam depois das 22h e lá pela madruga. O da madrugada gravei : "Villa-Lobos e o Quarteto de Cordas". A figura do Maestro me impressiona por três fatos principais: o comportamento excêntrico na Semana de 22 (se é que houve mesmo a história de tocar piano descalço, ou foi de chinelos ? não lembro...), o extremo nacionalismo que descobri ao ver o filme biográfico com estupenda interpretação de Antônio Fagundes como protagonista
,e ,por fim, o fato simples de ele ter sido o guru de nada mais, nada menos que Antônio Carlos Jobim. A tônica da série de documentários é demonstrar como o instrumento base do compositor, o instrumento  a que ele se dedica, é inconscientemente (ou propositalmente) encarnado em suas composições. Hum... Dá pra expandir a ideia? Vamos lá ...


Como bom quarentão, vivi a efusão do rock anos 80. Meu ícone quando adolescente? Léo Jaime. Impressionantemente suas músicas parecem que foram feitas para o (meu?,rs) saxofone. Intrigou. Casava demais. Nestes tempos de redes sociais, onde a minha  preferida é o Twitter, a gente troca boas ideias, quando as tem. Então perguntei ao próprio Léo, se o sax era o seu instrumento melódico. Na mosca. Respondeu que sim, que era o som principal que o acompanhava nas composições. Ah, lembrei que o som de Léo é inspirado nos anos 50. Expandindo, expandindo...



Sábado passado desfrutamos de uma noite com o Músico lavrense Ivan Segall. O M maiúsculo da frase anterior é proposital. É um dos que reverencio e, sua pessoa, seus pensamentos, sua postura, sua generosidade passam para voz e violão. É um tipo de influência diferente, transcendental, mas que acontece. Basta assistir a uma apresentação dele. Meus filhos , minhas filhas: papai Paulinho, anotem, no dia 25/05/13 tocou com Ivan Segall as músicas "Quando te vi ", (Beatles, versão de Beto Guedes) e "Sampa" (Caetano Veloso). Não tem mais jeito, Ivan, tá registrado. Muito obrigado.


O texto tá ficando grandinho, tá na hora dos finalmente.

Assistimos ontem ao filme "Somos tão Jovens", sobre o Renato Russo da Legião. Ao passo que Léo Jaime é o som do meu sax, Renato não gosta nada dele, não compôs para ele. Assistindo ao filme descobri. A formação musical de Renato Russo é clássica. Cresceu ouvindo Bach. E por uma sacada fenomenal do Diretor Musical do filme, vez em sempre, fazia a trilha colocando hora violino , hora piano, interpretando fielmente o espírito da composição inconsciente (talvez) do Renato.









Não há como analisar seu próprio som. Deixo que outros o façam. Disseram certa vez que pareciam ouvir uma mulher cantando quando trabalhava meu instrumento: foi o maior elogio que recebi a esse respeito. Desejo que possa ser um instrumento para apontar para Jesus Cristo. Desejo que Ele seja minha inspiração.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Se sei, digo que sei ...

Os bordões de programas humorísticos têm muito a ensinar. Este que dá nome à postagem é da Escolinha do Raimundo: "Se sei , digo que sei, se não sei, digo que não sei e pronto". Pérola !!! Saudade...

Não quero tratar de bordões humorísticos nesta postagem. Pelo contrário, quero pensar em coisa mais séria.

É que ontem, navegando pelo Portal G1, fiquei interessado na cobertura da Renúncia do Papa. E vamos navegando, navegando, e as águas não eram muito profundas... Ah, como eram superficiais... A colocação que mais me assombrou foi a de que um Cardeal Italiano estava fazendo campanha (usou este termo) para Papa e para isso colocou a imagem de Nossa Senhora Aparecida em destaque em sua Diocese para angariar votos dos Cardeais Brasileiros. ( Sem comentários ).

O que "o Blog" aprendeu com isto : "Muito conhecimento nos aproxima de Deus, pouco, nos afasta dEle". Se o Deus em que acredito é  a Verdade, concordo com Pasteur . A partir disto, me esforço para não julgar/criticar a outrem ( ô palavra estranha) sem conhecimento ou por conhecimento superficial. É bem comum no meu meio católico acusar líderes de outras Denominações e a estas próprias a partir do " ouvi dizer ".

Para refrescar o assunto, estou terminando de ler  o livro de João Paulo II  "Levantai-vos ! Vamos!" da Editora Planeta. Autobiografia que trata de sua época como Bispo de Cracóvia. Eu que sabia superficialmente como era a vida de  um Bispo, passei a conhecer mais através da visão do nosso Karol.


Licença para reproduzir parte da página 165 , que fala das  suas amizades durante o Concílio Vaticano II:

"Estreitei amizade também com os alemães. Com o Cardeal Bengsh, que tem um ano a menos que eu; com Höffner, de Colônia; e com JOSEPH RATZINGER, eclesiásticos de excepcional preparação teológica. LEMBRO-ME, EM PARTICULAR, DO ENTÃO MUITÍSSIMO JOVEM PROFESSOR  RATZINGER. Ele acompanhava no Concílio o cardeal Frings, arcebispo de Colônia, na qualidade de especialista em teologia. Foi sucessivamente nomeado arcebispo de Mônaco pelo Papa Paulo VI, que o fez cardeal, e participou do Conclave no qual me foi entregue o ministério petrino. Quando morreu o cardeal Seper, pedi-lhe que o sucedesse no cargo de prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. DOU GRAÇAS A DEUS PELA PRESENÇA E AJUDA DO CARDEAL RATZINGER, QUE É UM AMIGO FIEL ".

Se sei ...


quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Energia e Impaciência

O tempo passa e rejuvenesço
A Energia se renova
E a Impaciência se instaura ...

Jovem , daqueles sonhadores
Daqueles que leem o mundo
Que descobrem um mundo novo
A cada leitura...

Sou daqueles perigosos
Que sabem e não podem
Que arriscam e se machucam
Que teimam e se queimam ...

Jovem acredita demais
É desacreditado, e mais
Possui uma vontade que provoca,
Que incomoda,
Principalmente os velhos (não todos)
acomodados e acamadados:
os pijamões !!!
(Velhacos, perdão Jorge : Salve, Jorge!)

O velho resmunga e o mundo muda
O jovem questiona e o mundo gira
O velho interrompe e o mundo anda
O jovem intervêm e o roda rola, enrola, e não para ...

Há o Velho Mentor
E também o Jovem Amador
O mentor usa as boas ideias
Não mente
O amador quer ser mais
Quer amar sem dor
Ultrapassar limites e aprender
Com o velho que não mente
E que sabe, com ternura (coisa de macho),
Apontar Limites .

Que vivam os Jovens e Velhos
Com seus constantes conflitos
Que as gerações passem
E que as boas ideias e os jovens velhos

Eva Luam !!!


Que tal ler o poema ao som da música abaixo? Pensei nela ao escrever ...


Carnaval com Cristo 2013 : uma bênção para Lavras !!!



O Blog vai marcar presença !!! Imperdível !!!

Obrigado pela visita !!!

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