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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Mais que os "Mestres da Lei " (Vídeo)

"Olhe como são as coisas : A doença permitiu que eu tivesse mais tempo para conversar com as pessoas, de olhar mais nos olhos das pessoas." Pe. Israel (scj), em entrevista à TV Universitária de Lavras.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Configurados e consagrados


Acabo de chegar feliz de uma Missa no Lar Augusto Silva, o Asilo de Lavras.
Foi um momento espiritual muito forte. Momento este que começou antes da celebração. O celebrante, Pe. Israel (padre dehoniano que cuida de uma fazenda de recuperação de drogados), chega para o evento. A algum tempo temos sabido do câncer ao qual luta o Padre e somos sempre convidados a rezar por ele. Ao vê-lo, bem desfigurado, longe de ser aquela pessoa vigorosa que conhecíamos, minha esposa me pergunta : Por que acontece isto com estas pessoas (ligadas a Deus)? Preferi não respondê-la na hora, uma vez que a pergunta motivou uma boa meditação.

Nestes tempos temos conhecido a história de pessoas que se configuraram a Jesus. E a Jesus crucificado. Pessoas que queriam tanto imitar Jesus que receberam a graça de se parecerem com ele num momento tão importante para a humanidade : a morte do Filho de Deus. Vão nesta linha os saudosos Karol Woyjtila, Pe. Pio de Pietrelcina, o nosso Pe. Léo da Canção Nova e outros, graças a Deus, muitos outros.

Poderíamos pensar : então isto é coisa de religioso , e de religioso católico? Eu responderia um sonoro não. Os religiosos são notáveis, mas há , no nosso meio, pessoas que se entregam de tal forma a Deus que vivem o Calvário de Jesus no seu cotidiano, independente de religião ou estado de vida. O que as diferenciam é que unem o seu sofrimento ao de Cristo.

Participando da Missa, onde vimos a união do sacrifício de Cristo unido ao do Celebrante, repensei as minhas dificuldades. Que seja feita Sua vontade , não a minha : estou longe desta máxima cristã. Estou mais perto do "Afasta de mim este cálice".

O bom , o melhor de tudo, é que Deus tem paciência, muita paciência comigo que não sei o que penso e muito menos o que falo.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Considerado e Respeitado


Boas literaturas concorrem na evolução do espírito. Graças a Deus tenho gosto por elas e tenho pessoas que me municiam de ótimos exemplares. Uma destas pessoas é a minha vizinha, Tida ( mulher de aço e de flores). Está comigo o livro O QUE A IGREJA ENSINA SOBRE... do Pe. Mário Marcelo Coelho. A Tida disse que não gostou muito mas tem sido o meu livro de leituras rápidas, uma vez que o autor trata de diversos temas incitantes de forma sucinta, porém profunda, sem precisar ser sequencial.

Este conversê todo é para chegar em um ponto do livro que serviu de alerta e abertura de mente.

È do ser humano viver a dor ou conviver com a dor do outro. E, muitas vezes, antes da dor, vem a notícia da dor. E é justamente neste aspecto que o Pe. Mário Marcelo propicia um alicerce para estes momentos. Peço licença a ele para transcrever :"A notícia da presença de alguma anomalia grave num momento de angústia extrema provoca uma série de respostas emocionais (...) e que são apresentadas em quatro estágios básicos a serem considerados e respeitados: negação, luto, revolta, resignação ou aceitação.". (pág. 36). Em seguida, o autor discorre didaticamente sobre cada estágio.

Quando ele coloca a necessidade do respeito à pessoa que passa por estes estágios, há um convite a nós que convivemos com esta pessoa a recuarmos de nossas considerações sobre o acontecido e também um convite a pensarmos que, embora possamos "imaginar" a dor do outro, este sentimento é do outro e deve ser "considerado e respeitado".

Mudou meus conceitos e meu modo de conviver com a dor do outro.

Ler é o melhor remédio.

Quem tem um bom livro não sabe o tesouro que tem em mãos.

Valeu , Tida. Valeu, Pe. Mário Marcelo.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Fui à e volte da

Praia de Santo André/revistaquem.globo.com














Fui à e voltei da
Bahia de todos os santos
Voltei abençoado e feliz
Conheci gente feliz
e abençoada.

Voltei enamorado
de suas praias
de sua gente
de sua culinária
da brisa no final do dia
ensolarado.

Entendi um pouco mais
de Caymmi
seus pescadores e baianas
De Caetano , dos bons baianos
dos pensadores, dos grandes
e também daqueles que trocam
ideias densas e frescas
num passeio de balsa.

Se um porto alegre
é bem mais que um seguro
tenho que conhecer o primeiro
porque o berço do Brasil
me acalentou e me envolveu.

Obrigado pela visita !!!

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